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⁨Para Seguro, já não chega ganhar por pouco⁩



José Coelho / LUSA

O candidato à Presidência da República, António José Seguro

Candidato a presidente da República concorda com as medidas anunciadas por Luís Montenegro sobre o mau tempo. É preciso é agir depressa.

O candidato presidencial António José Seguro disse neste domingo que “não é indiferente” o número de votos obtidos e que “não basta ganhar por um”, porque o próximo Presidente da República deve ter “legitimidade eleitoral reforçada”, prometendo também paz social.

Não é indiferente o número de votos que esta candidatura tenha. Não basta ganhar por um. Porque o próximo Presidente da República tem que sair com uma legitimidade eleitoral reforçada“, disse António José Seguro, num comício no Teatro Cine de Gouveia, distrito da Guarda.

Em dia de voto antecipado, o candidato apoiado pelo PS defendeu que “quanto mais votos tiver, mais força política tem para fazer com que os partidos, o Governo e o Parlamento façam aquilo que devem, que é contribuir, dentro daquilo que são os seus projetos, para resolver os problemas dos portugueses”.

Mas foi espalhando pelos apoiantes que a vitória frente a André Ventura não está garantida: é preciso ir votar.

O antigo líder do PS considerou necessário que cada um leve amigos, familiares, vizinhos ou colegas de trabalho a votar “na candidatura que projeta a esperança, que quer fazer de Portugal um país moderno e um país justo, que quer trazer estabilidade, que quer trazer paz social”.

“Direção certa”

António José Seguro considerou que as medidas anunciadas pelo Governo para responder à tempestade Kristin “vão na direção certa”, defendendo que o importante é que cheguem rapidamente e sem burocracia às pessoas e empresas.

“Em primeiro lugar, parece-me que as medidas que hoje o primeiro-ministro anunciou vão na direção certa. O que é importante é que cheguem o mais rapidamente às pessoas, às empresas e às famílias que estão em dificuldades. Nós conhecemos a tradicional burocracia do Estado, não pode haver burocracia aqui”, respondeu Seguro aos jornalistas, no final do mesmo comício.

De acordo com o candidato mais votado na primeira volta das presidenciais, “as pessoas estão a viver um momento de aflição”.

“Estas medidas que vão no sentido certo têm que chegar rapidamente às empresas, têm que chegar rapidamente às pessoas para que elas possam reconstruir as suas vidas, o seu património e voltem à normalidade. Isso é aquilo que eu desejo”, apelou.



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