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EUA suspenderam 99% da ajuda à Ucrânia. Quem passou a pagar?



Jim Lo Scalzo/EPA

Volodymyr Zelenskyy conversa com Donald Trump

Novos números sobre a ajuda à Ucrânia – e os milhares de milhões de euros que, sobretudo a Alemanha, está a gastar na guerra.

Donald Trump já tinha avisado e, quando voltou à Casa Branca, cumpriu: em Março do ano passado, suspendeu a ajuda militar à Ucrânia.

Mais tarde, e entre avanços e recuos, em Julho, os EUA suspenderam alguns envios de mísseis de defesa aérea e outras munições para a Ucrânia – com receio de que tivesse armas a menos a nível interno.

Os novos números sobre a ajuda à Ucrânia, do Instituto de Kiel para a Economia Mundialmostram que o apoio dos EUA caiu 98,96% em 2025em comparação com 2024.

Há dois anos o apoio militar dos EUA era de 46,39 mil milhões de euros; no ano passado essa ajuda à Ucrânia baixou para menos de 500 milhões de euros.

UM Europa teve de compensar em grande parte esse colapso, destaca o Die Welt.

UM ajuda militar da União Europeia aumentou aproximadamente 67% entre 2024 e 2025: era de 17 mil milhões de euros e passou para 28,5 mil milhões de euros no ano passado.

UM Alemanha é, de longe, quem contribui mais para as forças ucranianas: 9 mil milhões de euros. Seguem-se Reino Unido (5,4 mil milhões) e Suécia (3,7 mil milhões), antes de Noruega e Dinamarca.

Ó TSN recorda que Matthew Whitaker, representante dos EUA na NATO, disse que os EUA não planeiam parar de fornecer armas à Ucrânia; vai ajudar através da NATO.

Os EUA também terão concordado em vender peças de reposição para a Ucrânia para equipamentos militares já em serviço nas forças ucranianas.



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