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Reparação da A1 durará semanas. Quais as melhores alternativas?



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A Brisa sugere aos motoristas o uso de alternativas à interrupção da autoestrada no sentido Norte-Sul junto ao nó de Coimbra Sul, ao quilómetro 191, através do corredor A8/A17/A25 ou o IC2.

Num comunicado enviado às redações, esta quinta-feira, a Brisa admitiu que, “não sendo possível, neste momento, estimar o prazo de conclusão das obras de reparação”, na A1, está empenhada em “minimizar transtornos” e que “poderão ser usadas como vias alternativas o corredor A8/A17/A25 ou o IC2“.

A concessionária confirmou o abatimento de parte do pavimento da plataforma da A1, no sentido Norte-Sul, na sequência da rutura de um dique do Rio Mondegoe explicou que o abatimento ocorreu “cerca de três horas após o corte total da A1, feito de forma preventiva, no sublanço de Coimbra Norte e Coimbra Sul – entre os KM 198 e KM 189 – e não representou, em nenhum momento, qualquer risco para usuários e trabalhadores”.

A rutura na infraestrutura foi motivada pelo rebentamento do dique e subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um débito excecional de mais de 2.100 metros cúbicos de água por segundo, explica ainda a concessionária.

A Brisa fez saber que está monitorando o desenvolvimento da situação desde o dia 2, “com vistorias permanentes, e tem no terreno, neste momento, mais de 30 operacionais”, e está trabalhando em coordenação com as diversas instituições no âmbito da proteção civil e autoridades nacionais e locais.

UM A1 foi preventivamente encerrada pouco depois das 18h de quarta-feira em Portugal continental, nos dois sentidos, no sublanço entre Coimbra Norte e Coimbra Sul, na sequência da ruptura do dique que canaliza o Rio Mondego.

Reparação de troço da A1 irá demorar semanas

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luzadmitiu que serão precisas várias semanas para reparar o troço da Autoestrada 1 (A1) que desabou após o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra.

Durante visita ao local, Pinto Luz ressaltou aos jornalistas “a velocidade e a violência das águas”, que descreveu como “uma situação absolutamente anormal”.

Temos 15 camiões com enrocamento para reforçar a quebra que surgiu. Amanhã de manhã, mais camiões vêm reforçar com enrocamento”, disse Pinto Luz, citado pela emissora RTP Notícias.

O recurso a enrocamento, blocos de rocha compactados, “é a única coisa que nós podemos fazer enquanto as águas não descerem”admitiu o ministro.

Pinto Luz disse ainda que a fissura, no sentido norte-sul, “pode se espalhar” para o outro sentido. O dirigente acrescentou que, “enquanto as águas não descerem não se pode fazer a intervenção de fundo”.

“Serão seguramente semanas para conseguirmos que esta infraestrutura volte a estar ao serviços dos portugueses”, sunlinhou Pinto Luz.

“O compromisso do Governo é de absoluto comprometimento com esta solução. Estamos com todos os meios mobilizados e não sairemos daqui enquanto não conseguimos com todas as equipas colocar outra vez a A1 em funcionamento”, garantiu o ministro.



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