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Governo comprou menos ambulâncias para o INEM do que o previsto (e com atraso)



Manuel de Almeida / LUSA

O primeiro-ministro, Luis Montenegro, acompanhado pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins

O Executivo comprou menos 37 veículos do que foi previsto pelo Governo de António Costa. Concurso para aquisição chegou com um ano de atraso, por motivos financeiros.

Em novembro de 2023, o Governo de António Costa aprovou a aquisição de 312 veículos para o INEMcom a entrega das primeiras ambulâncias prevista para 2024.

No entanto, segundo o Correio da Manhão executivo de Luís Montenegro reprogramou a decisão do executivo do PS, adiando a compra das viaturas para 2025 e adquirindo apenas 275 carros.

Ó concurso público para a compra das viaturas do INEM foi lançado apenas no início de julho de 2025.

Como refere o matutino, o adiamento ter-se-á dado por motivos financeiros.

Em agosto de 2024 que o Governo de Montenegro reprogramou a decisão de António Costa, estabelecendo que os encargos financeiros para a aquisição das viaturas do INEM seriam adiados em um ano para 2025, 2026 e 2027quando o executivo anterior estabelecera que a despesa com a compra dos veículos seria feita em 2024, 2025 e 2026.

O Ministério da Saúde não esclareceu ao CM por que razão o concurso público para a aquisição das viaturas do INEM foi lançado apenas em julho de 2025, nem quando estima o Governo que as primeiras ambulâncias serão entregues ao INEM.

Governo promete criação rápida de 400 camas

O ministro da Presidência admitiu que a criação de 400 vagas de internamento social em novas unidades intermédias, contratualizadas com entidades do setor social e solidário, será rápida, embora não avance datas concretas.

“São uma solução transitória (…) é uma questão de dias, de semanas, para estas situações serem colocadas em marcha”, disse António Leitão Amaro na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, em Lisboa.

O Governo prevê criar 400 vagas de internamento social em novas unidades intermédias, contratualizadas com entidades do setor social e solidário, destinadas a pessoas com alta clínica que ainda não podem ser encaminhadas para respostas permanentes de cuidados continuados.

Segundo o ministro António Leitão Amaro, a libertação de camas hospitalares deverá melhorar o desempenho do INEMque enfrenta constrangimentos devido à saturação das urgências.

“É muito importante, porque permite libertar camas dentro dos hospitais (…) com uma melhoria muito significativa da capacidade de atendimento do INEM”, realçou.

Leitão Amaro afirmou que a dificuldade na entrada de ambulâncias nos hospitais está diretamente ligada ao “estrangulamento de macas e de camas”, um problema que resulta de “várias situações” e que se agravou com o pico do surto gripal.



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