
ZAP // DIGI
Operadora anuncia que não vai aumentar os preços ao longo do novo ano. O foco da empresa da Roménia é outro.
UM Vodafone aumentou os preços para 2026. A subida arrancou na sexta-feira passada: actualização de 2,3%, de acordo com as condições contratuais, comunicou a Vodafone – que justifica o aumento com a inflação, como é habitual em cada ano.
UM NÃO, ao contrário do que fez em 2025, “realizará um ajuste eles alguns serviços, alinhado com a taxa de inflação”.
UM MEO anunciou que 2026 é sinónimo de subida de preçoscom excepção dos “serviços da marca digital Uzo e da marca para o segmento jovem Moche”.
UM Digi não. Nesta terça-feira, a operadora anunciou que não vai aumentar os preços em 2026.
Num encontro com jornalistas, a Digi assegurou que os preços vão manter-se nos serviços de TV, net, voz e móvel.
“Oferecer serviços de qualidade a preços justos e ajustados às necessidades reais do consumidor português”, justifica a empresa.
Os focos da Digi continuam a ser outros: “melhoria contínua dos serviços e na resposta às necessidades dos clientes, abrangendo áreas como a expansão da rede e o apoio ao cliente”.
Ao longo do ano passado, a empresa trabalhou na “expansão de novas áreas, no reforço da qualidade e da resiliência das redes de fibra óptica e móvel, bem como no alargamento da oferta de conteúdos de TV”.
Um trabalho que terá continuidade ao longo de 2026, com prioridade dada à expansão da rede móvel e ao reforço da sua capacidade.
A Digi tem agora mais de 4600 sites equipados com tecnologia 4G; desses, cerca de 2600 já disponibilizam também cobertura 5G.
A nível de contacto com o clientea operadora tem agora 55 pontos de venda em todo o país, com contratação directa em todas as áreas de actividade, com mais de 1500 funcionários.
Em Setembro do ano passado, a Digi tinha 813 mil serviços activos: 443 mil números móveis e 150 mil clientes de fibra, dos quais 128 mil com serviço de TV incluído.
