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é a meta do novo ministro da Defesa da Ucrânia



Mild Piler Ville / APPA

Mykhailo Fedorov anunciou aos jornalistas as suas duas prioridades: expulsar quem não cumprir os objectivos; e morte aos russos.

Há uma semana, no dia 14 de Janeiro, o Parlamento ucraniano conheceu três novos ministros: vice-primeiro-ministro, da Defesa e da Energia.

Mykhailo Fedorov mudou de pasta. Foi vice-primeiro-ministro, foi também ministro da transformação digital – onde liderou projectos de produção de drones, entre outros. É o novo ministro da Defesa.

Uma semana depois da sua nomeação, Mykhailo Fedorov mostra ao que vem. Em conversa com jornalistas nesta quarta-feira, anunciou as suas duas prioridades: expulsar quem não cumprir os objectivos; e morte aos russos.

A primeira prioridade é gestão. Que tem de ser “construída à volta de quem consegue atingir os objectivos que estão definidos”. Quem não atingir esses objectivos, “não pode continuar no sistema”, cita o Independente de Kyiv.

A segunda prioridade do ministro tem um número: “Matar 50 mil russos por mês“.

Fedorov fez contas: “No mês passado, morreram 35 mil. Todas essas perdas foram confirmadas em vídeo. Se chegarmos aos 50 mil, veremos o que acontece ao inimigo. Eles vêem as pessoas como um recurso – e a escassez de recursos já está a tornar-se evidente”.

Dada a ausência de números oficiais (dos dois lados), a Ucrânia estima que já tenha havido mais de 1,2 milhões de baixas russas.

Mesmo assim, a Rússia continua a conseguir vitórias no terreno – enquanto a Ucrânia passa por sérias dificuldades, sobretudo no número de militares na linha da frente.



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