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Depois da “aprendizagem coletiva” agora “não sei o que falhou”, diz ministra da Administração Interna



Filipe Amorim / LUSA

Maria Lúcia Amaral, ministra da Administração Interna

“Não sei o que falhou. Não posso dizer exatamente o que falhou”. Mas Maria Lúcia Amaral tentará evitar falhas.

A ministra da Administração Interna reagiu à depressão Kristin com uma frase que foi repetindo em diferentes dias e contextos: “Aprendizagem coletiva”.

Quando falou pela primeira vez com os jornalistas na semana passada, Maria Lúcia Amaral disse que este era um momento de “aprendizagem coletiva” no país.

Quando estava no concelho mais afetado, em Leiria, a ouvir a resposta da Câmara Municipal às falhas nas comunicações, disse ao presidente da autarquia que estamos em “aprendizagem coletiva”.

Uma expressão que irritou André Venturaadmitiu o próprio candidato presidencial, no sábado.

Nesta segunda-feira, em Alvaiázere, Maria Lúcia Amaral disse desta vez que “o sistema é complexo e as entidades coordenadores do sistema de proteção civil têm todo o cuidado de garantir a colaboração entre todos”.

De regresso a Leiria, e antes de participar numa reunião no quartel dos bombeiros locais, a ministra acrescentou que é preciso “ter em linha de conta que as necessidades são muitas, de vários lados, e que esta foi uma crise com aspetos múltiplos, de comunicações e falha de energia, que pode ter contribuído para que se sentisse a falta durante mais tempo”.

Questionada sobre o que falhou na resposta à tempestade, a ministra da Administração Interna respondeu: “Não sei o que falhou. Não posso dizer exatamente o que falhou“.

Maria Lúcia Amaral garantiu, no entanto, que as entidades que integram o sistema de proteção civil “têm todo o cuidado em garantir a colaboração entre todos”.

E também assegurou estar a trabalhar em conjunto com o presidente da Câmara Municipal de Alvaiázere “para que esse tipo de falhas ou faltas não aconteçam”.



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