
Um piloto de caça aposentado da Força Aérea dos EUA afirma que provavelmente existe uma extensa “trilha de papel” provando que um dos mais infames OVNI encontros das últimas três décadas realmente aconteceram.
O coronel Fred Claussen, que recebeu a Distinguished Flying Cross duas vezes durante sua carreira, se apresentou durante entrevista coletiva em Washington na terça-feira para revelar quem saberia do incidente de 1996 em Varginha, Brasil.
O suposto incidente começou em 13 de janeiro de 1996, quando moradores locais relataram vendo um OVNI caindo em um campo perto de Varginha, seguido de avistamentos de estranhas criaturas descritas como andando sobre duas pernas, mas com pele morena oleosa e grandes olhos vermelhos.
Na verdade, três jovens afirmaram que encontrou um dos extraterrestres escondido atrás de uma parede perto do local do acidente.
Apesar dos relatos de que a polícia e os militares brasileiros capturaram pelo menos dois estrangeiros, a Força Aérea dos EUA supostamente confiscou todos os destroços, os corpos dos estrangeiros mortos e os sobreviventes do acidente – iniciando um suposto encobrimento que já dura 30 anos.
Até esta data, os militares dos EUA disseram que nunca houve qualquer evidência física recuperada que provasse a existência de OVNIs ou estrangeiro vida e não confirmaram que essa recuperação tenha ocorrido.
No entanto, Claussen falou em evento no National Press Club organizado pelo cineasta investigativo James Fox, que reuniu testemunhas e outros especialistas para expor o que afirmam ter sido enterrado sobre o acidente de Varginha.
“Se for verdade, tenho a certeza de que 30 a 40 americanos tinham conhecimento direto deste voo e do seu propósito”, disse Claussen.
O ex-piloto da Força Aérea Fred Claussen (foto) afirmou que dezenas de militares dos EUA provavelmente sabem sobre um suposto pouso forçado de OVNI no Brasil em 1996
Carlos de Souza, testemunha de um suposto acidente de OVNI em Varginha, Brasil, em 1996, fala em uma coletiva de imprensa sobre encontros de OVNIs no Clube Nacional de Imprensa na terça-feira
Muitas vezes chamado de ‘Roswell brasileiro’, Claussen disse que mesmo as missões secretas envolvem vários militares e várias ordens que criam evidências documentadas de sua existência.
O condecorado veterano da Força Aérea explicou que se os militares dos EUA lançassem uma missão de recuperação de OVNIs para o Brasil, ela teria começado dentro do Comando de Mobilidade Aérea na Base Aérea de Scott, em Illinois.
Eles teriam recebido a ordem inicial de enviar um avião cargueiro, para que os oficiais superiores soubessem da existência do acidente de Varginha.
‘É necessário um plano de voo internacional para o Brasil mesmo que a missão seja secreta. Rastro de papel”, declarou Claussen.
A partir daí, uma Ala de Mobilidade Aérea específica na Base Aérea de Charleston, na Carolina do Sul, teria recebido uma ordem de missão detalhada, selecionado uma tripulação e preparado uma aeronave C-17 para lançamento – envolvendo dezenas de pessoas.
Pilotos, carregadores, programadores e comandantes daquela base teriam estado por dentro em 1996, e Claussen estava convencido de que a prova da queda do OVNI ainda existe.
Junto com as testemunhas do Brasil e outros pesquisadores de OVNIs, Claussen então desafiou o pessoal da Força Aérea que supostamente voou para o Brasil a se tornarem denunciantes e exporem o que realmente aconteceu em 1996.
‘Sabemos que esta missão aconteceu, e você também sabe disso. Venha em frente. A hora é agora”, disse o ex-piloto.
Testemunhas afirmaram que um objeto em forma de charuto caiu em uma fazenda local e foi rapidamente recuperado por militares e policiais brasileiros
De acordo com testemunhas, vários alienígenas não humanos ainda estavam vivos e foram capturados após o acidente em Varginha, Brasil, em janeiro de 1996 (Imagem Stock)
O incidente de 30 anos atrás durou vários dias e também envolveu a morte de um policial brasileiro que teria sido contaminado por um dos alienígenas.
Em 13 de janeiro de 1996, testemunhas em Varginha avistaram um OVNI em forma de charuto que parecia danificado e tinha fumaça branca saindo dele.
A suposta espaçonave caiu em uma fazenda fora da cidade, onde a testemunha Carlos de Souza, que compareceu à coletiva de imprensa de terça-feira, encontrou destroços espalhados e um metal estranho e leve que se remodelou após ser amassado.
No entanto, os soldados chegaram rapidamente e Souza afirmou que recebeu ordem de sair sob a mira de uma arma. Mais tarde, dois homens misteriosos de terno supostamente o ameaçaram em um posto de gasolina para permanecerem calados sobre o que viram.
‘Você não viu nada. Você não sabe de nada. Ou você terá problemas para o resto da vida”, contou Souza sobre seu encontro com os homens não identificados.
Dias depois, em 20 de janeiro, as três jovens encontraram um ser não humano supostamente assustado em um terreno baldio que tinha um forte cheiro de amônia.
Militares e policiais brasileiros capturaram pelo menos dois desses seres naquele mesmo dia, incluindo um agarrado com as mãos nuas pelo policial Marco Eli Chereze, cuja pele foi arranhada durante a captura.
Chereze desenvolveu uma infecção mortal devido ao suposto arranhão e morreu semanas depois.
O Dr. Armando Monteiro, patologista forense que realizou a autópsia em Chereze, revelou durante a conferência de imprensa que descobriu uma bactéria rara e agressiva que os médicos suspeitavam poder ter origem alienígena na ferida do agente.
Logo depois, os seres e destroços teriam sido transportados para um aeroporto brasileiro, onde o avião cargueiro secreto C-17 supostamente os carregou e voou de volta para a América.
Embora as testemunhas tenham afirmado que tudo o que viram era real, nenhuma evidência do local do acidente relatado foi vista novamente e a morte de Chereze foi listada como uma infecção devido à cepa da bactéria da Terra Staphylococcus schleiferi.
