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IL admite, pela primeira vez, duas denúncias de assédio



IL

Mariana Leitão, líder da IL

Uma das denúncias é de Inês Bichão, apesar de o partido garantir que nada tem a ver com João Cotrim de Figueiredo.

A “novela” surgiu a poucos dias da primeira volta das eleições presidenciais: surgiu uma acusação de assédio sexual direcionado para João Cotrim de Figueiredo.

Uma antiga assessora parlamentar da IL, Inês Bichão, que agora trabalha no Ministério dos Negócios Estrangeiros, descreveu com detalhes alegadas situações com o então líder do partido.

A IL nada falou sobre o assunto, antecipadamente. Embora tenha surgido a notícia de que o partido já sabia há dois anos deste assunto.

Aliás, quando foram questionados sobre denúncias, antes da primeira volta das eleições, diversos dirigentes desviaram-se desta “campanha suja”. Mariana Leitão nunca disse que havia denúncias e falava em “matérias graves”.

Três semanas depois, a IL partilhou um comunicadonesta quarta-feira. E anuncia que recebeu duas queixas internas – nenhuma contra Cotrim.

“Nunca houve qualquer insinuação, relato, queixa ou denúncia, de qualquer natureza, em qualquer momento, na história da IL relativamente a João Cotrim Figueiredo”, relata o partido.

Em relação às duas “situações desta natureza”não há detalhes. Não há nomes, nem se sabe de que “natureza” se trata.

Mas o Observador informa que uma das denúncias foi mesmo feita por Inês Bichão – embora não se saiba quem foi o alvo.

O que se sabe: “A primeira delas deu lugar a um processo formal que seguiu todos os trâmites que se exigiam, tanto legais como internos, tendo sido arquivado. A segunda não identificava quaisquer factos e não indicava evidências, tendo a IL desenvolvido tentativas para que a mesma fosse desenvolvida ou concretizada, sem nunca ter obtido qualquer resposta por parte da sua autora”.



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