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Nem durante o sexo os universitários largam o telemóvel



Mais de um terço dos universitários nos EUA admite usar o telemóvel durante o sexo, revela estudo. E não é para “virar o disco”.

Mais de um em cada três estudantes universitários nos Estados Unidos admite que já pegou no telemóvel durante uma relação sexual, não para trocar de música ou atender uma chamada, mas para enviar mensagens, ver vídeos ou até fazer “scroll” enquanto o ato sexual decorria.

A conclusão resulta de um inquérito recente, divulgado pelo Correio de Nova York. Foi realizado com a ajuda de duas aplicações populares em campus universitários — YikYak e a Sidechat.

Aproximadamente 35% admitiram ter recorrido ao dispositivo a meio de um encontro sexual, segundo o levantamento de respostas de cerca de 100 mil estudantes norte-americanos, com 18 ou mais anos.

Além disso, quase 23% dos participantes afirmaram ter tido relações sexuais com o colega de quarto presente no mesmo espaço; e, contariando a ideia de que os jovens só falam por mensagens, 72% disseram ter conhecido o parceiro atual ou mais recente presencialmente e não online.

A divulgação do inquérito surge numa altura em que se debate sobre uma eventual “sex drought” (quebra da atividade sexual) entre jovens adultos. Mas, de acordo com dados do National Survey of Family Growth, citado pela Vice, tem aumentado a proporção de pessoas entre os 22 e os 34 anos que reportam ausência de atividade sexual.

Nessa faixa etária, cerca de 10% dos homens e 7% das mulheres dizem continuar virgens. Uma análise do Institute for Family Studies também refere um crescimento de falta de sexo (jovens que não fazem sexo): o indicador terá quase duplicado entre homens jovens ao longo da última década.

Parte da geração que hoje frequenta o ensino superior atravessou anos formativos marcados por confinamentos e vida social remota durante a pandemia, sublinham os autores da investigação como um dos fatores justificativos para os resultados.



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