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vai chover em 5 dias o que costuma chover num mês



Começa a piorar já hoje, dia mais complicado deve ser na quinta-feira. “Chuva extrema” ao longo de duas semanas.

Ainda se estão a fazer contas à depressão Kristinmas não há muito tempo para parar: vem aí mais uma tempestade.

Desta vez é a depressão Leonardo que, avisa o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), vai afectar Portugal continental e Açores.

Aliás, será mesmo no arquipélago dos Açores que a depressão deverá causar os primeiros efeitos. Para já, há aviso vermelho para quarta-feira devido à agitação marítima, prevendo-se ventos de 110 km/h.

Em Portugal continental, e já nesta terça-feira, deve haver chuva persistente e forte no Baixo Alentejo e no Algarve.

Na quarta-feira, continua o meteorologista Bruno Café na TSFdeve estender-se para norte, afetando todo o continente com precipitação – que pode ser por vezes forte e persistente; os ventos podem chegar aos 90 km/h, já na quinta-feira.

Ó mau tempo começa hoje, terça-feira, e deve prolongar-se até sábado, dia 7: chuva persistente, por vezes forte, neve, vento intenso e mar agitado.

Ó pior dia deverá ser na quinta-feira, é 5; mais precisamente na madrugada de quarta para quinta-feira. Depois deve passar a regime de aguaceiros, enquanto o vento vai enfraquecendo.

E no geral, como sublinha a RTPdeve chover em 5 dias o que costuma chover ao longo de um mês.

O canal Observador do tempo anuncia mesmo que vem aí um “rio atmosférico” para a Península Ibérica e para partes da África do Norte. Começa hoje, terça-feira, e acaba na quinta-feira, chegando a “quase todo” o território de Portugal.

Haverá “solo encharcado e rios a transbordar” em Portugal, com mais de 100 a 200 mm de chuva em grande parte da região, com grande risco de inundações, além de ventos fortes.

A mesma fonte jornal que se prevêem chuvas extremas em toda a Península Ibérica Ocidental, especialmente em Portugal, ao longo das próximas duas semanas.

Foram emitidos avisos meteorológicos laranja e amarelo para chuva, neve, vento e agitação marítima.

A ANEPC – Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil já anunciou um reforço de meios para os próximos dias, com quatro planos distritais de emergência activados.

Nuno Teixeira da Silva, ZAP //





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