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“Não se fala de outra coisa na política portuguesa que não seja do PSD” – Observador Feijoada

ByEdgar Guerreiro

Set 3, 2023

Em atualização

“Preparadíssimo para tudo” e com a sensação de que o PSD está hoje no centro da agenda política. Foi com este discurso e esta forma de olhar para a rentrée política nacional (e para o atual contexto político) que Luís Montenegro encerrou a Universidade de Verão do PSD: reiterou a ideia de que o “foco” dos sociais-democratas está na construção de uma alternativa para o país, recusou ser uma “oposição de barulho” e lançou o autoelogio: só se fala do PSD.

“Não se fala de outra coisa na política portuguesa que não seja do PSD. É extraordinário. Dos partidos da esquerda e extrema-esquerda, dos partidos de direita e extrema-direita, ao partido de Governo, quase todas as intervenções foram não para defender aquilo que defendem, mas para comentar aquilo que defende o PSD”, sublinhou o presidente do PSD.

Assegurando que o partido que lidera não se exime ao trabalho de oposição, Montenegro deixou claro que o PSD não é uma “oposição histérica, estéril, de ‘bota abaixo’”, mas sim “exigente e escrutinadora”, que “estuda e aprofunda e dá à sociedade a orientação política” necessária não só para ser “capaz de mobilizar voto” como para corresponder a um governo que “traga bem-estar, qualidade de vida, esperança, igualdade de oportunidades e mais futuro a Portugal”.

Num momento em que as presidenciais (que são só em 2026) têm marcado a agenda política, o líder do PSD aproveitou a segunda rentrée do PSD — após uma Festa do Pontal marcada pela apresentação de propostas fiscais — para assegurar que o partido está pronto para os desafios de futuro: “Estou preparadíssimo”, atirou, dando resposta às “tantas vozes que dizem e escrevem a propósito do futuro mais imediato do PSD” — numa referência à ideia de que esta liderança pode não resistir a uma derrota nas eleições europeias — e recordando crítica ao partido que “não descola das sondagens” e que tem “poucas ideias”. “Depois vão ser demasiadas”, ironizou.

O líder do PSD considera que mais do que conseguir “marcar a agenda”, o partido está nas bocas do mundo porque está “a falar do que interessa às pessoas” e usou o mote para criticar o PS, esclarecendo que os sociais-democratas estão em “busca de soluções que permitam o equilíbrio e crescimento económico que garanta que nunca mais será preciso cortar um cêntimo numa pensão em função da irresponsabilidade governativa que no caso de Portugal esteve sempre ligada ao PS”. “Sempre que houve assistência financeira foi com partidos do PS”, insistiu.

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