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dentro da torre de marfim – Observador Feijoada

ByEdgar Guerreiro

Set 10, 2023

[Este é o artigo final de uma série de três sobre contradições, equívocos e perversões no mundo do ensino superior e da investigação – o primeiro pode ser lido aqui, o segundo neste link]

No espaço público português presume-se, sem qualquer vacilação ou reserva, que o ensino superior é inerentemente benéfico para os estudantes e para o país e que, portanto, é desejável que todos os portugueses, independentemente das suas capacidades intelectuais, das suas inclinações e do seu empenho, obtenham pelo menos o grau de licenciado – como se depreende do regozijo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior pela diminuição da percentagem de candidatos ao ensino superior que não obtêm colocação. Assim sendo, ninguém, seja onde for que se situe no espectro político, se atreve a perguntar “a universidade faz alguma coisa por quem a frequenta?”.

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