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Francisco Paupério eleito cabeça de lista do Livre às Europeias – Observador Feijoada

ByEdgar Guerreiro

Abr 20, 2024

Após o anúncio de restrição das primárias do Livre e de um recuo por não terem sido apuradas condutas de vício ao processo eleitoral interno, Francisco Paupério, o candidato no centro da polémica, foi eleito cabeça de lista do Livre às Europeias de 9 de junho. Obteve 5667,75 pontos na segunda volta da votação que contou com a participação de filiados no partido e membros externos que se inscreveram previamente para participar na escolha.

A número dois da lista do Livre às Europeias é Filipa Pinto, com 3777,2 pontos. Internamente, era a candidata mais apoiada pela direção partido. É seguida por Carlos M.G.L. Teixeira, Mafalda Dâmaso, Tomás Cardoso Pereira e Inês Pires. Os resultados divulgados pelo partido foram ordenados em razão da regra da paridade, utilizada em todas as primárias do Livre.

Francisco Paupério tem 28 anos, é natural de Leça da Palmeira, e formado em Biologia, com especialização em bioinformática, pelas Faculdades de Ciências das Universidades do Porto e Lisboa. Atualmente, é membro da Assembleia do Livre e relator do CT Europa, bem como embaixador do Pacto Europeu para o Clima em Portugal. Apresentou-se como “candidato a candidato” do Livre há um ano e desde então tem feito uma intensa campanha dentro e fora do partido com o objetivo de ser candidato a um lugar no Parlamento Europeu.

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Esta eleição ficou envolta em polémica, esta terça-feira, quando os inscritos no colégio eleitoral no processo de primárias do Livre para as Eleições Europeias foram notificados de que, na segunda volta — em que seriam votados os seis candidatos apurados até agora — apenas poderão participar na eleição membros e apoiantes do partido. A decisão acabou por ser revertida um dia depois, após a Comissão de Ética e Arbitragem do Livre ter entendido que “não foram apuradas quaisquer condutas concretas que traduzam uma viciação do processo eleitoral” nas Primárias para as Eleições Europeias, ao contrário do argumento que a Comissão Eleitoral tinha utilizado para vedar o direito ao voto de membros externos.

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