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Coates, El Capitán que escolheu sempre o Sporting até conseguir fazer história – Observador Feijoada

ByEdgar Guerreiro

Mai 13, 2024

Seguiu-se uma época menos conseguida, com o Sporting a ficar no terceiro lugar, a falhar a Final Four da Taça da Liga, a cair nos quartos de final da Taça de Portugal e a terminar no último lugar do grupo da Liga dos Campeões. E a estabilidade de Coates, porém, não voltou a ser ameaçada. Aliás, com exceção à meia temporada de estreia, o central uruguaio nunca realizou menos do que 40 jogos por época desde que chegou a Alvalade, com a titularidade a tornar-se uma questão apenas nos últimos anos e por motivos óbvios de gestão física.

Curiosamente, a temporada em que Coates somou mais jogos pelo Sporting, 54, foi também a temporada mais difícil do central uruguaio no clube – dele, dos companheiros, da equipa técnica, dos adeptos e de toda a estrutura, num momento capital para o tal ponto de viragem entre o passado recente dos leões e o presente. Em 2017/18, ainda com Jorge Jesus, a equipa leonina contava com Rui Patrício, Coates e Mathieu no eixo defensivo, um meio-campo com Bruno Fernandes e William Carvalho e um ataque que tinha Gelson Martins e Bas Dost, para além de Acuña, Bryan Ruiz ou Battaglia.

Uma equipa com qualidade óbvia que conquistou a Taça da Liga, voltou a não passar do terceiro lugar do Campeonato, mas sonhou na Liga Europa: os leões caíram para a competição através do grupo da Liga dos Campeões, eliminaram Astana e Viktoria Plzen, mas caíram com o Atl. Madrid nos quartos de final, num afastamento que seria o ponto de partida para um autêntico tornado. A 15 de maio de 2018, na sequência de uma derrota contra o Marítimo na última jornada da Liga, cerca de 50 encapuzados entraram na Academia de Alcochete e protagonizaram o dia mais negro da história do Sporting.



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