• Ter. Jun 25th, 2024

Autoridades do Paquistão investigarão Imran Khan por causa do polêmico X Post

Autoridades do Paquistão investigarão Imran Khan por causa do polêmico X Post

A principal acusação é que o vídeo visava incitar a agitação pública contra o Estado. (Arquivo)

Islamabade:

As autoridades paquistanesas vão investigar o ex-primeiro-ministro Imran Khan e pelo menos três líderes seniores do seu partido por causa de um polémico tweet acompanhado por um vídeo feito a partir do seu relato sobre a separação do Paquistão Oriental em 1971.

A conta de Imran Khan, gerenciada por sua equipe de mídia social devido ao seu encarceramento, compartilhou em 26 de maio um vídeo com uma citação atribuída a ele no X, afirmando: “Todo paquistanês deveria estudar o Relatório da Comissão Hamoodur Rahman e saber quem era o verdadeiro traidor, General Yahya Khan ou Sheikh Mujibur Rahman.” A Comissão Hamoodur Rahman investigou a queda do Paquistão Oriental e compilou um relatório que não foi divulgado oficialmente.

O vídeo que acompanha o tweet argumentava que o ex-ditador militar Yahya Khan foi responsável pela dissolução do país, referindo-se às alegadas atrocidades cometidas pelos militares paquistaneses durante a guerra civil.

Também incluía imagens da actual liderança civil e militar, alegando que roubaram o mandato do partido nas eleições gerais.

A postagem resultou em um debate acalorado, especialmente por parte de ministros do governo que acusaram o Paquistão-Tehreek-e-Insaf de tentar alimentar uma narrativa de ódio contra o exército, comparando Imran Khan ao Xeque Mujib.

A Agência Federal de Investigação (FIA) já emitiu um aviso a Imran Khan sobre o assunto. Uma equipe da FIA também visitou a prisão de Adiala na quinta-feira para interrogar Imran Khan, mas ele se recusou a se encontrar com a equipe, dizendo que só responderia na presença de seus advogados.

Fontes disseram que também convocou os líderes do PTI Omar Ayub Khan, o advogado Gohar Ali Khan e Raoof Hasan para interrogatório na terça-feira.

A principal acusação é que o vídeo pretendia incitar a agitação pública contra o Estado e as suas instituições, potencialmente espalhando medo e inquietação entre a população.

(Exceto a manchete, esta história não foi editada pela equipe da NDTV e é publicada a partir de um feed distribuído.)

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