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A BlackRock reduziu o valor da participação na Byju’s, que já valeu US$ 22 bilhões, para zero

Byadmin

Jun 7, 2024
A BlackRock reduziu o valor da participação na Byju's, que já valeu US$ 22 bilhões, para zero

A BlackRock, investidora da Byju’s, estima que sua participação na gigante indiana da tecnologia educacional, antes avaliada em US$ 22 bilhões, agora não vale nada. A redução em suas estimativas, divulgada em um arquivo da SEC, faz do deslize de startups da Byju um dos mais espetaculares da memória recente.

BlackRock divulgação para o período encerrado em março deste ano segue-se um ano difícil para a startup sediada em Bengaluru, que foi a startup mais valiosa da Índia há pouco tempo. A Byju lutou para cumprir os prazos de relatórios financeiros no ano passado, em última análise ficando aquém de suas projeções de receita em mais de 50% enquanto enfrentava vários questões de governação.

Essas questões – juntamente com as demissões abruptas de seu auditor e membros do conselho – contribuiu para descarrilar uma deliberação de arrecadação de fundos de US$ 1 bilhão.

Prosus, um dos maiores investidores da Byju, criticou publicamente a startup, alegando que a empresa “desconsiderava regularmente os conselhos” dela. Em meio à crise de financiamento, a startup então arrecadou US$ 200 milhões em uma avaliação pós-dinheiro de cerca de US$ 250 milhões este ano – mas o investimento está sendo contestado legalmente por alguns de seus maiores investidores.

Portanto, não é surpresa que a BlackRock tenha implícito uma avaliação zero para a Byju. Não é a primeira vez que a gestora de ativos reduz a avaliação da Byju. No final de outubro do ano passado, a BlackRock tinha reduziu a avaliação da Byju para cerca de US$ 1 bilhão.

Um porta-voz da BlackRock não quis comentar. Byju também não quis comentar.

Separadamente, numa nota de investigação, o HSBC também estimou que o valor da participação de 10% da Prosus na startup indiana diminuiu tão drasticamente que os seus analistas não se preocuparam em atribuir-lhe qualquer valor.

Um porta-voz esclareceu em um e-mail ao TechCrunch após a publicação que o HSBC não estava tentando avaliar a empresa inteira, apenas a participação da Prosus e que abster-se de atribuir um valor não equivale a atribuir um valor zero. No entanto, o gráfico de notas da pesquisa (incorporado abaixo) utilizou zero na coluna para o valor estimado.

Avaliação da soma das partes pelo HSBC. Imagem: HSBC

O banco também estimou que a participação da Prosus em uma série de outras startups – Meesho, Pharmeasy, ElasticRun e Stack Overflow – não é tão valiosa quanto antes.

“Aplicamos um desconto de 50% à última rodada de financiamento/preço de aquisição para ativos cuja última rodada tenha mais de seis meses para compensar a correção recente em múltiplos semelhantes do setor público de empresas de edtech/SaaS”, escreveu o HSBC na nota.

Correção: A história foi atualizada para esclarecer a avaliação da Byju pelo HSBC. A história também foi atualizada para enfatizar o ajuste de avaliação da BlackRock em sua participação na Byju.

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