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Fact Check. Vídeo mostra Emmanuel Macron numa discoteca na década de 1980? – Observador Feijoada

ByEdgar Guerreiro

Abr 22, 2024


O vídeo foi originalmente publicado no Tik Tok, mas rapidamente começou a ser massivamente partilhado noutras redes sociais, como o Facebook, por exemplo. As imagens alegadamente mostrariam o Presidente francês a dançar em várias situações, com diferentes estilos de roupa e penteados. Nas publicações que se tornaram virais, é assumido que as imagens correspondem ao ano de 1987. Contudo, é falso. Trata-se de um deepfake de Emmanuel Macron. 

Um deepfake é uma imagem — estática ou em vídeo — que é adulterada com recurso a inteligência artificial. Este tipo de modificação é capaz de colocar pessoas a dizer coisas que nunca foram ditas ou em situações em que nunca estiveram. Várias figuras mundiais já se viram debaixo de fogo por terem sido vítimas deste tipo de procedimento. Aconteceu a Putin, a Zelensky e até a Greta Thunberg. O vídeo que é partilhado nestas publicações que analisamos é mais um exemplo.

As imagens originais podem ser encontradas no Youtube do canal Stratus Dance Club, que se localiza na Califórnia. Os vídeos sem edição foram publicados em 2009, e mostram jovens a dançar em 1986 e 1987.

Conclusão

O vídeo tornou-se viral no Tik Tok e acabou por se espalhar para outras redes sociais. Nele, vê-se Emmanuel Macron a dançar. O Presidente francês, aparece no vídeo com vários estilos de roupa e penteados. Nas publicações, diz-se que as imagens correspondem à década de 1980, mas é falso. As imagens foram, na verdade, adulteradas. Os vídeos originais podem ser encontrados no canal de Youtube do Stratus Dance Club, publicadas em 2009.

Assim, de acordo com o sistema de classificação do Observador, este conteúdo é:

ERRADO

No sistema de classificação do Facebook, este conteúdo é:

FALSO: As principais alegações do conteúdo são factualmente imprecisas. Geralmente, esta opção corresponde às classificações “falso” ou “maioritariamente falso” nos sites de verificadores de factos.

NOTA: este conteúdo foi selecionado pelo Observador no âmbito de uma parceria de fact checking com o Facebook.

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