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“Gosto deste negativismo de se pensar que a Seleção não é tão boa” – Observador Feijoada

ByEdgar Guerreiro

Jun 10, 2024

Antes falou Bernardo Silva, que iria fazer a estreia nestes encontros de preparação antes do Europeu e ao mesmo tempo realizar o primeiro encontro da carreira no Jamor, depois falou Bruno Fernandes, jogador que contribuiu para mais de 35% dos golos de Portugal desde que Roberto Martínez assumiu o comando técnico da Seleção. Ponto comum? Eles, a par de Rúben Dias, são uma espécie de segunda vaga de liderança que se segue aos mais do que experimentados Ronaldo e Pepe. Diferença? Se o esquerdino do City ia projetando um bom teste para mostrar o momento da equipa, o médio do United analisou mais uma derrota do conjunto nacional frente à Croácia depois do deslize na Eslovénia. E foi com ironia à mistura que reagiu às críticas.

“Quando falamos da Croácia, falamos de uma seleção muito experientes, que tem estado nas fases finais, que foi finalista do Mundial-2018… É uma seleção com jogadores de grande nome que causa dificuldades, tem muita mobilidade e qualidade. Acabámos por sofrer de penálti e outro de lançamento em que nos faltou ler o perigo. Sabíamos que havia aspetos a melhorar, ninguém pense que achávamos que já estava. Gosto deste negativismo de que a Seleção não é tão boa… As pessoas esperam muito de nós e temos qualidade para fazer mais e melhor, temos oportunidade amanhã [terça-feira] para fazê-lo e mostrar que estamos muito bem preparados para o Euro”, apontou o internacional a propósito das dúvidas criadas pelo desaire.

“O povo é muito apaixonado pelo que faz, revejo-me muito nisso. Temos uma garra e paixão enormes para nas adversidades voltar a dar uma resposta ainda mais forte. Nós queríamos ganhar todos os jogos. Temos mais um jogo para ganhar, dar outra motivação, alegria, queremos começar da melhor maneira”, elogiou na antecâmara da partida com a Rep. Irlanda em Aveiro, assumindo erros numa ótica coletiva.

“Golos sofridos? Preocupa se não conseguirmos marcar mais do que sofrer. Cada vez mais se fala nas balizas a zero mas não se trata dos nosso guarda-redes ou defesas. Trata-se de um conjunto de jogadores que têm de ser mais coesos de trás para a frente e vice-versa. Quando sofremos golo sofremos todos, quando marcamos marcamos todos. Há momentos em que temos de dar mérito aos adversários, houve momentos em que não cheirámos o perigo e sofremos o golo. Com o tempo vamos melhorar”, salientou.

Em atualização

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